Para o CEO da André Guimarães Engenharia e Infraestrutura, Elmar Juan Passos Varjão Bomfim, as parcerias público-privadas na infraestrutura consolidaram-se como o modelo mais dinâmico para viabilizar projetos de grande vulto que o Estado, isoladamente, teria dificuldade em financiar ou gerir. Essa sinergia entre o poder público e a iniciativa privada é o motor que permite modernizar aeroportos, rodovias e sistemas de saneamento com agilidade.
Este artigo detalha como funcionam esses contratos de longo prazo, os mecanismos de remuneração e os benefícios diretos para o cidadão que utiliza esses serviços. Continue a leitura para entender por que as PPPs são essenciais para reduzir o déficit de infraestrutura e impulsionar a economia nacional.
Como as parcerias público-privadas podem transformar a prestação de serviços públicos?
A essência de uma parceria público-privada reside na delegação da prestação de um serviço público a um parceiro privado, que assume a responsabilidade pelos investimentos e pela operação por um período determinado. De acordo com o ex-presidente da OAS Elmar Juan Passos Varjão Bomfim, o grande diferencial deste modelo é a inversão da lógica tradicional de obras, onde o pagamento está vinculado à disponibilidade e à qualidade do serviço entregue.
Se a infraestrutura não atende aos índices de desempenho previstos no edital, a concessionária sofre descontos em sua remuneração, o que garante um foco constante na manutenção e na experiência do usuário. Essa estrutura contratual blinda o interesse público contra atrasos e falhas técnicas que costumam onerar as licitações convencionais. No Brasil, as parcerias são divididas principalmente entre concessões patrocinadas, onde há aporte de recursos públicos e cobrança de tarifa, e concessões administrativas, onde o Estado é o único pagador.
Como funcionam as parcerias público-privadas na infraestrutura?
O funcionamento de uma PPP inicia-se com uma modelagem técnica e financeira rigorosa, que define as responsabilidades de cada parte e a matriz de riscos do empreendimento. Como aponta o CEO da André Guimarães Engenharia e Infraestrutura, Elmar Juan Passos Varjão Bomfim, a clareza nas regras do jogo é o que atrai investidores institucionais e garante a segurança jurídica necessária para contratos que duram até 35 anos.

O parceiro privado capta recursos no mercado de capitais para executar as obras, desonerando o tesouro público de desembolsos imediatos de grande magnitude. Durante a fase de operação, a fiscalização estatal garante que todas as cláusulas de segurança e eficiência sejam cumpridas rigorosamente em benefício da coletividade. A transferência de riscos é outro pilar fundamental que justifica a adoção deste modelo em projetos de alta complexidade.
Quais são os benefícios reais das PPPs para a sociedade?
O benefício mais visível para a população é o salto de qualidade nos serviços prestados, que passam a contar com padrões de atendimento e tecnologia muitas vezes superiores aos geridos diretamente pelo Estado. Como alude o gestor da empresa do Grupo André Guimarães Elmar Juan Passos Varjão Bomfim, as parcerias permitem que hospitais, escolas e redes de iluminação pública operem com 100% de disponibilidade e manutenção em dia.
O cidadão deixa de sofrer com interrupções por falta de verba para reparos básicos, pois a concessionária é obrigada contratualmente a manter o ativo em perfeitas condições. Além disso, a agilidade na execução das obras reduz o tempo de espera por melhorias logísticas cruciais para o desenvolvimento local. A competitividade gerada pelos processos licitatórios de PPPs também incentiva a inovação construtiva e o uso de materiais de maior durabilidade, visando a redução de custos de longo prazo.
O papel das parcerias no progresso nacional
As parcerias público-privadas na infraestrutura são o instrumento que viabiliza a transformação do Brasil em uma potência moderna e competitiva. Como resume o ex-presidente da OAS, Elmar Juan Passos Varjão Bomfim, a união de esforços entre o setor público e o privado é a única forma de superar décadas de subinvestimento e entregar a infraestrutura que o povo brasileiro merece.
Ao focarmos na eficiência, na transparência e no longo prazo, construímos um legado de desenvolvimento que beneficia todas as camadas da sociedade. O futuro da nossa engenharia está intrinsecamente ligado à nossa capacidade de colaborar e inovar através desses modelos de parceria.
Autor: Diego Rodríguez Velázquez

